Quatro Estações

De repente… 30!

Posted on: Outubro 30, 2008

Aos 20, estamos na faculdade, precisamos aprender a administrar o tempo entre o trabalho, a faculdade, os amigos, a família e relacionamentos.

E quando chega-se aos 30?

O que muda?

Quais as novas etapas desta nova fase da vida?

Para descobrir isso, entrevistamos duas mulheres que nos contam as expectativas desta nova fase em suas vidas. 

Ela está cansada dos desafios da vida de adolescente. Entra em uma porta e deseja crescer logo. Não agüenta mais a angústia de ter 13 anos. Seu pedido é atendido e de uma hora para a outra, se vê no corpo de uma mulher de 30 anos, entretanto, continua tendo 13.

A cena descrita acima integra o enredo da comédia De Repente 30. A personagem Jenna passa milagrosamente dos 13 aos 30 anos. Essa mesma sensação ocorre para algumas mulheres, que estão no auge de seus 20 e poucos anos.

Quando se dão conta, os 30 chegam.

Márcia Cristina da Rocha sabe bem disso. Prestes a completar 30 anos em novembro, ela avalia o momento:

“Lembro como se fosse ontem da minha adolescência. O tempo passou tão rápido e agora, quando paro para pensar, já estou com 30 anos.”

Segundo a bióloga, as experiências de relacionamentos anteriores foram fundamentais para saber com qual tipo de homem pretende se relacionar daqui pra frente:

“Com 29 anos já sei quais as “frias” que devo evitar, seja relacionado aos homens ou a trabalho. Já fui atraída por empresas que acreditava serem sérias, preocupadas com o meio ambiente, quando na verdade, estavam preocupadas em camuflar o impacto de suas falcatruas.”, conta.

Fernanda Medeiros, 34 anos, engenheira civil, também concorda com a sensação de os anos terem chegado muito rápido. Para ela, aos 30, as mulheres já sabem o que desejam para si em todos os aspectos da vida: profissional, familiar, emocional e financeiro.

“Aos 20, temos a impressão de que o “futuro” é algo distante, que vai demorar a chegar. Aos 34 tenho minha profissão e sei onde pretendo chegar”.

A engenheira diz que além da segurança emocional e profissional, os 30 trazem uma nova forma de encarar a vida.

“Quando temos 20 e poucos somos muito ansiosas, nos preocupamos com muitas coisas. A ansiedade não ajuda em nada. O melhor é refletir sobre o problema, analisar os prós e os contras de uma maneira racional. Assim, as soluções mais acertadas surgem. Não precisamos ficar nervosas, nem estressadas  comendo chocolate”, ensina.

Embora a vida não seja um filme, o importante é procurar viver da melhor forma possível, seja aos 20, aos 30, aos 40, aos 90.

Aproveitar os melhores momentos e sempre tirar uma lição dos nem tão bons assim, afinal, a vida é a maravilhosa oportunidade de evoluir.

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