Quatro Estações

Em que festa eu vou?

Posted on: Outubro 9, 2008

A adolescência é a fase dos desafios e das rebeldias, o período em que não sabemos realmente quem somos, mas sabemos perfeitamente quem gostaríamos de ser. A época em que todos ao redor são do contra.

Adolescência também é a fase em que se quer apenas um colo, um canto seguro e confortável para pensar na vida. E para o sexo feminino, ser adolescente é mais complicado ainda.

Além das espinhas, é preciso lidar com o convívio grupal do banheiro, as primeiras cólicas menstruais e com a dúvida de como conquistar aquele gatinho lindo que parece precisar de óculos.

Adolescência é também sinônimo de festa, diversão e amizade. Nada melhor então do que encontrar a turma numa balada, certo? Só não dá para esquecer que para fazer isso é preciso acertar um detalhe: o consentimento dos pais. Afinal de contas, ainda não se tem 18 anos.

E quem disse que pai sempre concorda com filho?

Se for pai de menina então, complicou!

Tem sempre aquele papo: “Filha minha garanhão não pega”.

Ariane Silva, 17 anos, tem uma história bacana para contar… com apenas 15 anos ela deu um jeito de driblar a mamãe Janine que, óbvio, não permitia que a filha saísse sozinha à noite.

“Queria muito ir naquela festa. Como minha mãe não deixou, resolvi pular a janela do quarto”.

A história parece coisa de novela, mas Ariane garante que aconteceu. A guria esperou todo mundo dormir, fez toda a produção quietinha no seu quarto e quando o relógio marcou onze da noite, saltou a janela. Como um é pouco e dois é bom, ela pulou mais uma, a janela da garagem:

“Quando saí de casa, minha vizinha Tayssa estava me esperando”.

O sacrifício todo foi para participar da tradicional Festa à Fantasia da Sociedade Atiradores, no bairro rural de Lomba Grande, em Novo Hamburgo.

Ariane lembra que adorou a festa, dançou e se divertiu muito. No entanto, a cabeça não descansou nenhum minuto. Imaginar o que a mãe faria se acordasse e percebesse que ela não estava em casa dava um frio na barriga.

Eram mais ou menos quatro horas da manhã quando ela voltou para casa, pulou as janelas novamente, deitou na cama e dormiu pensando sobre a experiência arriscada daquela noite.

O plano seria perfeito se a mãe de Tayssa não fosse comadre de dona Janine. Mas, como disse um engenheiro por aí, “crimes perfeitos não deixam suspeitos”. E esse não foi o caso da nossa aventureira:

“Minha mãe ficou furiosa! Depois que vi o estado dela me arrependi de ter saído escondida”.

Confira ali no fórum uma história oposta a de Ariane.

Leia e comente!

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